Não podemos nos calar diante desse crescimento conservador nos processos eleitorais. Afinal é sobre nossos corpos, enquanto território de autonomia e direitos, que a aliança conservadora se constrói: propondo controle sobre nossa autonomia reprodutiva, culpando crianças e meninas por violências praticadas por homens da própria família, como temos visto cotidianamente, assassinando corpos dissidentes sexuais (pessoas LGBTQI+ ) e exterminando a juventude negra e periférica por instituições racistas.Não podemos nos calar diante desse crescimento conservador nos processos eleitorais.

 

Afinal é sobre nossos corpos, enquanto território de autonomia e direitos, que a aliança conservadora se constrói: propondo controle sobre nossa autonomia reprodutiva, culpando crianças e meninas por violências praticadas por homens da própria família, como temos visto cotidianamente, assassinando corpos dissidentes sexuais (pessoas LGBTQI+ ) e exterminando a juventude negra e periférica por instituições racistas.


A AMB, como articulação feminista antiracista, antipatriarcal e anticapitalista, se posiciona radicalmente contra este governo fascista, que beneficia lucro em detrimento de vidas. Somos contra qualquer candidatura que se alinha a ele, que se alimenta de nossas vidas para construir um projeto de poder autoritário, sem respeito à diversidade que somos enquanto sociedade, projeto ultra neoliberal, violento e usurpador de nossa soberania. Por isso, temos defendido o #forabolsonaroemourão, exigindo a cassação da chapa pelo TSE e nova eleição.

 

A conjuntura de 2020 exige dos partidos políticos o compromisso e ações concretas, com recursos e espaço político, para gerar condições de competitividades para as mulheres, população negra e LGBTQI+ no pleito municipal. E conclamamos a todos a elegerem candidaturas dos grupos sociais subrepresentados no poder legislativo e executivo.Para nós, feministas, não basta apenas votar. Precisamos associar, neste momento de eleições, a política de presença com a política de ideias. Temos de ampliar a participação das mulheres, de negras, indígenas, jovens e LGBTQIA+ nos espaços de poder. E seguimos firmes na crítica ao sistema político e na defesa de paridade de sexo e raça. É preciso alterar as regras do jogo eleitoral e partidário para garantir condições igualitárias de participação dos grupos historicamente excluídos do poder.

 

Nesta eleição, conclamamos todo mundo a fortalecer plataformas de movimentos sociais e programas partidários que enfrentam a sub-representação e defendem um projeto.


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