Decisão foi tomada após conclusão de processo administrativo disciplinar
O Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem) divulgou nesta quarta-feira, 10 de dezembro, os dados preliminares do Monitor de Feminicídios no Brasil (MFB) referentes ao período de janeiro a outubro de 2025.
Pesquisa aponta que 4,7% da população do DF vivia com até um quarto de salário mínimo per capita mensal em 2024
Resultado foi divulgado pelo IBGE. Instituto apurou redução na diferença da renda entre grupos segmentados por cor ou raça
É preciso examinar o relatório da ONU sobre a situação mundial das crianças além da frieza dos números. Falta, em nosso repertório político, a luta pelo direito à dignidade. Expressa um compromisso ético. Tem enorme potência mobilizadora
Em 10 de dezembro celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Entretanto, a garantia da dignidade humana ainda não é uma realidade para todas e todos
Elas dizem que são vítimas nas ruas, no trabalho e em casa
BRASIL-MOÇAMBIQUE: Aumento deu-se em razão do enfraquecimento de políticas sexual e reprodutiva da mulher
Economista italiana explicou também como juros altos e independência dos bancos centrais servem para proteger o lucro
Em meio às ruínas do modelo de homem-provedor, jovens ressentidos apostam na disputa sexual. Nas frustrações afetivas e precariedade dos vínculos, ultradireita encontra combustível político. E a violência vira modo de afirmação subjetiva do masculino
Em 2024, 1.459 mulheres foram vítimas de feminicídios. Em média, cerca de quatro mulheres foram assassinadas por dia em 2024 em razão do gênero. Em 2025, o Brasil já registrou mais de 1.180 feminicídios. O movimento Levante Mulheres Vivas aconteceu em pelo menos 20 estados, além do Distrito Federal, para denunciar o aumento do número de casos de feminicídio e protestar contra todas as formas de violência dos direitos das mulheres, para que possam viver com liberdade, respeito e segurança.
Mobilização 'Mulheres Vivas' denuncia avanço da violência de gênero e omissão do Estado em garantir proteção às vítimas
Nome e como foram assassinadas as mulheres vítimas de feminicídio no Distrito Federal em 2025
O que está sendo preparado para este fim de semana não nasce do acaso, nem da urgência apenas. Ele nasce de décadas de luta cotidiana. É certo que, antes de cada grande ato histórico, existe um trabalho silencioso, contínuo e coletivo, e esse trabalho do dia a dia, de base, de educação popular, os movimentos feministas conhecem bem.
CAMPANHA LEVANTE FEMINISTA CONTRA O FEMINICÍDIO, O LESBOCÍDIO E O TRANSFEMINICÍDIO junto ao levante MULHERES VIVAS convocam no Distrito Federal ATO NACIONAL PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.
Em Brasília a concentração será na Feira da Torre de TV às 10h.
Todo o país se levanta pela vida das mulheres. Basta de violência!
Participe do ato, leve sua faixa, cartaz, busque o levante em sua cidade!🌻🌻🌻
Para o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, a defesa da democracia é um compromisso e responsabilidade institucional. Para nós, é inegociável a luta e proteção da garantia dos direitos fundamentais e a superação de toda forma de violência, desigualdade, racismo e imposição.
Companheiras, o portal do Cfemea ficará fora do ar nesta semana para que seja possível trocar o sistema operacional e demais componentes de nosso servidor. Não há como prever o retorno, pois muita coisa pode dar errado e precisará ser consertada, mas esperamos que em até três dias estejamos novamente no ar.
Gerente da Império das Maquiagens e seguranças levaram adolescentes negras de 12 a 15 anos a área restrita. Polícia investiga o caso
Em 25 de novembro de 2025, o movimento de mulheres negras voltou a ocupar Brasília, agora trazendo o acúmulo de uma década marcada por conquistas importantes, mas também por retrocessos que incidiram diretamente sobre nossas vidas
Primeira palestra internacional do movimento visou discutir impactos do feminismo negro não só no Brasil, mas no mundo. “Não é só sobre o território, é sobre a etnia e racismo. Quem luta contra o racismo no Brasil, e em qualquer parte do mundo, tem que denunciar o que acontece na Palestina”
Ao vetar o uso da linguagem não binária em comunicações oficiais, a única coisa que o Estado protege é a hierarquia cisnormativa, endossando a violência simbólica contra as identidades trans
Nota Pública do Centro Feminista de Estudos e Assessoria - CFEMEA sobre publicação erroneamente publicada em nosso portal
ONU Mulheres propõe enfrentamento à violência digital durante campanha dos 21 dias de ativismo pela vida das mulheres que reúne movimentos feministas e entidades da sociedade civil
Marchar por Reparação e Bem Viver exige a adoção de um amplo programa que se distancie das propostas desenvolvimentistas em curso, algumas indisfarçavelmente bélicas, e de uma visão que nos exclui do exercício do comum.
Organizadoras cobram Estado: é "dever e direito olhar para povo negro"
Entre elas está a jornalista e comunicadora Mara Régia, da EBC e membra associada do Cfemea
Luyara Franco comenta sobre importância, legado e simbolismo da mobilização deste 25 de novembro
Página 10 de 202