A Fundação Perseu Abramo e o Sesc São Paulo realizam o lançamento da 3ª edição da pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado. De abrangência nacional, a pesquisa busca acompanhar recuos e avanços sociais em relação ao enfrentamento às desigualdades de gênero, ao longo de três décadas, investigando as realidades e percepções sobre questões como violência, saúde, trabalho, cuidados, assim como a compreensão de novas demandas relacionadas às mulheres na sociedade.
Atividades começam no sábado (24) e combinam cultura, ato, seminários e agendas institucionais. Leia também as entrevistas de Bruna Benevides, presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), e de Fabian Algarte , que faz parte do Conselho Nacional LGBTQIA+, ao Brasil de Fato
Deputada estadual de Pernambuco e suplente do PT do DF são nomes com chances de conquistar um mandato federal
“Bancada Cristã” avança no Congresso enquanto partidos progressistas esquecem movimentos sociais e cortejam lideranças religiosas. Resistência cresce, mas espaço cívico está ameaçado. Feministas alertam: sem Estado laico, não há democracia real
Homens trans e não-binários designados mulher ao nascer, possuem útero e portanto podem engravidar. Essas pessoas sofrem com a falta de acesso à atendimentos de saúde íntima, além de transfobia e violência obstétrica.
Lançamento foi ontem (21) à noite no Teatro dos Bancários
Primeira deputada sem terra no parlamento fluminense desponta no ambiente online
Os governadores Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e Elmano de Freitas, do Ceará, ambos do PT, também devem participar
Entre os dias 21 e 23 de janeiro, os integrantes da companhia participam de atividades criativas com artistas convidados
Levantamento do Ministério da Justiça mostra que no ano passado foram registrados 1.470 homicídios resultantes da violência de gênero. São Paulo está no topo da lista, seguido de Minas Gerais e Rio de Janeiro
Atividades começam no sábado (24) e combinam cultura, ato, seminários e agendas institucionais
Em entrevista, Márcia Lopes aponta que oito estados ainda não assinaram Pacto Nacional de 2023
Para fortalecer o SUS, não basta melhorar a técnica ou a gestão. É preciso reaprender a fazer política – analisar conflitos, atores, poder e projetos de sociedade – usando as ferramentas teóricas que a própria Saúde Coletiva brasileira criou, mas que foram esquecidas ou diluídas
Heloisa Buarque de Almeida e Tânia Vaisberg apontam mudanças sociais, maior autonomia feminina e crítica ao ideal romantizado de ser mãe
A baixa representação das mulheres na política brasileira não é fruto do acaso, da falta de interesse ou da ausência de lideranças qualificadas.
Grok, a inteligência artificial do magnata, acabou restringindo a criação de imagens sexualizadas de mulheres, mas outras ferramentas têm muito menos limitações.
Em 2024, Ministério das Mulheres executou 14,3% do orçamento previsto para projetos como Ligue 180 e casas que acolhem vítimas de violência. Dificuldade de articulação entre entes federativos trava gasto.
Uma das principais tarefas da crítica contemporânea é desvincular a ideia de fim do mundo com o fim do capitalismo. Neste contexto, é preciso ouvir o recado da mata, ouvir os povos para quem o fim do mundo é uma realidade há 500 anos
Mesmo subnotificados, casos de assassinatos passam dos 100 todos os anos no Brasil
Estereótipos e desigualdade de gênero pautaram a representação de moradoras e profissionais do setor construtivo em meados do século 20
Estudo da USP avaliou a frequência e possíveis fatores de risco de condição que gera problemas na produção ou eficiência da lágrima
Após sequestro do presidente, movimentos populares se mobilizam e mantêm a construção da soberania
Mirthes Bernardes venceu concurso da década de 1960 que definiu o padrão de calçamento das vias públicas de São Paulo; funcionária da Prefeitura nunca recebeu reconhecimento público ou financeiro pela criação
Segundo a Justiça, a mulher foi vítima de uma abordagem discriminatória ao entrar em uma farmácia com a amiga. Ela deve receber R$ 15 mil
Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976
A Lei Maria da Penha, em vigor desde 2006, é considerada um marco no enfrentamento à violência doméstica e familiar. No entanto, organizações de direitos humanos alertam que sua efetividade depende da atuação integrada entre Judiciário, forças de segurança, assistência social e políticas públicas permanentes. Sem essa articulação, decisões judiciais acabam não se traduzindo em segurança real.
Nas favelas e periferias, onde muitas vezes a internet e outros meios não chegam de forma contínua, as rádios comunitárias costumam ser o principal canal de informação, cultura e mobilização social.
Página 8 de 202