Dupla brasileira brilha e traz prata e bronze para o país. Simone Biles erra na apresentação, mas tira boa nota e fica com o ouro

Rebeca Andrade (à esquerda) e Flávia Oliveira preenchem o pódio da prova do solo. Rebeca ganhou prata e Flávia o bronze -  (crédito: Ricardo Bufolin/CBG)
Rebeca Andrade (à esquerda) e Flávia Oliveira preenchem o pódio da prova do solo. Rebeca ganhou prata e Flávia o bronze - (crédito: Ricardo Bufolin/CBG)
 
Foto de perfil do autor(a) Arthur Ribeiro
Arthur Ribeiro* - Correio Braziliense
postado em 08/10/2023 12:29 /

É o Brasa! Em performance espetacular do Brasil, Rebeca Andrade e Flávia Saraiva fecham participação histórica no Mundial de ginástica artística com dobradinha na final do solo, neste domingo (8/10).

A atual campeã olímpica ficou com a prata, enquanto Flavinha garantiu o bronze. As duas ficaram atrás apenas de Simone Biles, que somou mais um ouro para a conta. Com o resultado, a delegação verde-amarela colocou duas representantes no pódio do torneio feminino pela primeira vez na história.

Saraiva foi a segunda a apresentar e conseguiu acertar todas as acrobacias, o que a levou a assumir a liderança provisória. Apesar de um leve desequilíbrio na terceira passada, a carioca conseguiu 13.866 para passar Shilese Jones. Os técnicos solicitaram uma revisão da nota e o pedido foi aceito pelos jurados. Assim, Flavinha recebeu mais um décimo pelo nível de dificuldade e subiu para 13.966.

Com a nova apresentação ao som de Beyoncé e Anitta, Rebeca Andrade fez o que o público se acostumou a ver dela: deu show. Com 14.500, ela subiu para segundo lugar — nesse momento, Biles já era detentora do primeiro lugar.

Simone Biles não foi irretocável como de costume e chegou a pisar fora quando fez uma acrobacia nomeada em homenagem à ela, o Biles I. Ainda assim, o elevado grau de dificuldade não deu sorte para o azar e a estadunidense arrematou um notão de 14.633. Com o resultado, ela se tornou hexacampeã mundial no solo.

A pressão contra a dobradinha da equipe canarinha veio com a chinesa Zhou Yaqin e a romena Sabrina Voinea, mas a asiática teve erros nas chegadas e a europeia ficou dois décimos atrás de Flávia.

Participação histórica do Brasil

Com o fim da participação feminina, o Brasil ainda tem Arthur Nory na final das barras fixas do masculino para encerrar o Mundial. Independente do resultado, o desempenho do país já é histórico no torneio. As seis medalhas ao longo da competição foram recorde, assim como as inéditas dobradinha no pódio e a medalha por equipes.

Rebeca, pessoalmente, também sacramentou o posto de melhor ginasta verde-amarela. Com nove conquistas, ela ultrapassou as cinco de Diego Hypolito para ter o posto individual de mais medalhas pelo Brasil em mundiais.

Com o fim da participação feminina, o Brasil ainda tem Arthur Nory na final das barras fixas do masculino para encerrar o Mundial. Independente do resultado, o desempenho do país já é histórico no torneio. As seis medalhas ao longo da competição foram recorde, assim como as inéditas dobradinha no pódio e a medalha por equipes. 
Rebeca, pessoalmente, também sacramentou o posto de melhor ginasta verde-amarela. Com nove conquistas, ela ultrapassou as cinco de Diego Hypolito para ter o posto individual de mais medalhas pelo Brasil em mundiais.

fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/esportes/2023/10/5132083-rebeca-andrade-e-flavia-fazem-dobradinha-do-brasil-no-solo.html

 


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