À frente da Fiocruz e, depois, do Ministério da Saúde, ela protagonizou o enfrentamento à tragédia e a reconstrução posterior. Como os Sertões euclidianos, lança seu próprio “livro-vingador”, para analisar o genocídio e a resistência. E propõe: ainda há tempo para outro projeto de país

 

 

Publicado 26/06/2026 às 16:40 - Atualizado 26/06/2026 às 17:03

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Foto: Pilar Olivares/Reuters

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