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iaris lei maria da penha

ouca mais velhas guacira

Mulheres negras e a participação política no Brasil

Nasci quilombola, filha de quebradeira de coco babaçu, ex-empregada doméstica e quero dizer às mulheres brasileiras que, independentemente da sua história de vida, não se deve temer nem deixar de lutar para ocupar seus espaços de fala, seus lugares de poder, entre eles, a política.

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Categoria: Luta Antirracista
Publicado: 30 Julho 2022
Acessos: 2968

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Brasil: o desafio da paridade de gênero na política

Relatório aponta: no ritmo atual, país só alcançará equidade no comando das prefeituras em 144 anos. Homens, com menos escolaridade, chefiam 88% das cidades. Cotas no financiamento de campanhas ajudaram – mas bem pouco…

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Categoria: Democracia e Direitos
Publicado: 28 Julho 2022
Acessos: 4284

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Violência obstétrica pode ser combatida por 13 projetos de lei que estão parados no Congresso

Bancada feminina avalia projeto para enquadrar conduta que atinge mulheres gestantes

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Categoria: Direitos Sexuais e Reprodutivos
Publicado: 26 Julho 2022
Acessos: 2166

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AMB reafirmando sua luta antirracista

Manifesto AMB do Julho das Pretas 2022 “QUEREMOS VIVER, COMER E O PODER COM PRAZER!“

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Categoria: Feminismo
Publicado: 26 Julho 2022
Acessos: 5320

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CFEMEA: Como o voto feminino pode derrubar Bolsonaro

Pesquisas mostram: maioria das mulheres rechaça a masculinidade agressiva do presidente. Já não o veem como antissistema. Querem respostas concretas para a crise. Saúde e avanço da fome são suas principais preocupações. Serão decisivas em outubro

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Categoria: Artigos do (e sobre o) Cfemea
Publicado: 26 Julho 2022
Acessos: 2143

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Oxfam e Alziras elaboram relatório sobre candidaturas de mulheres negras

Acaba de ser lançado o relatório Desigualdade de Gênero e Raça na Política Brasileira, produzido pela Oxfam Brasil e o Instituto Alziras.

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Categoria: Democracia e Direitos
Publicado: 26 Julho 2022
Acessos: 4406

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25 de julho é de memória, luta e reconhecimento para mulheres negras

Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha é momento de reconhecer que as nossas irmãs escravizadas, como nós na atualidade, buscaram liberdade

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Categoria: Luta Antirracista
Publicado: 25 Julho 2022
Acessos: 3023

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Ida de Rosa Weber para presidência põe em dúvida ação sobre aborto no STF

Processos com a ministra irão para o atual presidente. Há dúvida, porém, sobre o destino das causas mais polêmicas – entre elas, a ação que pede a descriminalização do aborto.
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Categoria: Direitos Sexuais e Reprodutivos
Publicado: 25 Julho 2022
Acessos: 1824

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Movimentos sociais lançam campanha em defesa da Democracia e com críticas ao sistema político

Objetivo é discutir o modelo de democracia desejado para o Brasil, a partir da crítica ao atual sistema político.

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Categoria: Notícias
Publicado: 25 Julho 2022
Acessos: 1991

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Políticos fundamentalistas não defendem a vida

Em artigo ao Portal Catarinas, as Católicas pelo Direito de Decidir analisam a contradição no discurso de autoridades políticas que se dizem em defesa da vida enquanto estimulam o armamento e desumanizam meninas e mulheres.

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Categoria: Opinião Feminista
Publicado: 24 Julho 2022
Acessos: 2622

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O que é a Universidade Livre Feminista Antirracista?

A trajetória da Universidade Livre Feminista Antirracista começou em 2007, a partir de proposta apresentada pelo Cfemea e foi sendo construída de forma coletiva e colaborativa, cujo objetivo tem sido congregar, catalisar e fomentar ações educativas, culturais, artísticas; de produção de conhecimento e compartilhamento de saberes acadêmicos, populares e ancestrais, numa perspectiva contracultural feminista, antirracista e anticapitalista. Por meio da Universidade Livre pretendemos promover a reflexão e a troca de ideias, vivências e experiências entre mulheres (cis e trans) de diferentes identidades e campos de atuação (político, artístico, cultural, acadêmico, comunitário), assim como com outros grupos e indivíduos.

Em um processo contínuo de autoformação, a Universidade Livre Feminista Antirracista busca estimular a formulação de análises e métodos que fortaleçam a ação política, individual ou coletiva, das mulheres em toda a sua diversidade, de modo que, juntas, possamos contribuir para a construção de uma sociedade justa, igualitária, não hierárquica, criativa e libertária.

Tendo se iniciado como um espaço virtual, hoje a Universidade Livre também se faz presencial e está aberta a mulheres e homens de todo o país e se lança para congregar e se desenvolver em comunhão com entidades, movimentos, coletivos e instituições universitárias em todos os países de língua portuguesa. Em nossa plataforma virtual disponibilizamos artigos, cartilhas, livros e vídeos (alguns produzidos pelas próprias participantes). Recorrendo às novas tecnologias da informação e da comunicação, também promovemos fóruns virtuais de debate e oferecemos cursos online. Tudo isso construído no marco do pensamento político feminista, das práticas, lutas políticas, e movimentação social das mulheres por um mundo melhor.

Hoje a ULFA está sendo coordenada pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria – Cfemea, pela Rede de Desenvolvimento Humano – REDEH, pelo Grupo de Mulheres Negra Felipa Maria Aranha/Mocambo – Pará, por pesquisadoras e intelectuais ligadas a universidades em uma articulação que está sendo construída em aliança com o processo da Humanity Summit (Portugal) que se iniciou em setembro de 2023 e seguirá até outubro de 2024 e também em articulação com outros processos feministas e educativos que se apresentarão nesse próximo período e tem o apoio do Ministério das Mulheres (Brasil).

Para se firmar como um processo de diálogo e reconhecimento mútuo entre experiências e propostas que venham de todos os países de língua portuguesa, é importante que mais e mais mulheres - dos territórios da Comunidade de Países de Língua Portuguesa - façam parte conosco desse sonho que se materiza. Queremos construir, coletivamente, uma universidade libertária e feminista, que colabore para a construção diversificada de conhecimentos e processos de contra-hegemonia e contracultura ao patriarcado, ao racismo, ao etnocentrismo, à lesbo-homofobia.

A Universidade Livre Feminista Antirracista existe para fortalecer o feminismo, suas organizações e movimentos. Para dar continuidade a esta proposta, assumimos o desafio de ampliar sua rede de construtoras, conformando-a como um projeto coletivo, articulado em rede e de amplo espectro. E é para essa construção coletiva, ousada, libertária, que convidamos você! Se você tem alguma afinidade com essa proposta, não se acanhe, visite o portal brasileiro (https://www.ufla.org.br) e entre em contato com a gente por meio dos endereços Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

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Categoria: ULFA
Publicado: 23 Abril 2016
Acessos: 36108
  • Cfemea
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Por que uma Universidade Livre Feminista Antirracista?

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Categoria: ULFA
Publicado: 23 Abril 2016
Acessos: 20724
  • Feminismo
  • Educação
  • Revolução
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  • Universidade Livre Feminista Antirracista

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Para que uma Universidade Livre Feminista Antirracista?

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Categoria: ULFA
Publicado: 23 Abril 2016
Acessos: 22413
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ouca mais velhas guacira

Laboratório Feminista
de Território no DF e Entorno
2026  FORMATURA

guacira depoimento laboratorio

 

ato politico cultural cfemea mst

 

Artigos do Cfemea

  • Notícias e artigos mais lidos nos últimos dias
  • Nova estratégia do Cfemea prioriza fortalecimento da luta, dos territórios e da autonomia de mulheres
  • 20 anos da Lei Maria da Penha: avanços e desafios
  • Fortalecer a política feminista na América Latina e no Caribe
  • Jornadas de autocuidado e cuidado coletivo entre CFEMEA e Mulheres do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Distrito Federal e Entorno
  • Entre territórios, corpos e resistências: Brasil e Colômbia na construção de estratégias de proteção a defensoras e defensores de Direitos Humanos

fim da legitima defesa sul21

Teocracia à brasileira

“Bancada Cristã” avança no Congresso enquanto partidos progressistas esquecem movimentos sociais e cortejam lideranças religiosas. Resistência cresce, mas espaço cívico está ameaçado. Feministas alertam: sem Estado laico, não há democracia real

Bancada Cristã: a tomada do Estado e o ódio às mulheres

Crescem alianças entre doutrinas religiosas antes “adversárias”. Em comum, convergem na agenda moral de que a reivindicação pela autonomia feminina foi longe demais. Articulação objetiva alcançar o Colégio de Líderes do Congresso e o controle da pauta legislativa

Congresso: Por onde avançam as bancadas religiosas

Pauta da “retidão moral” sob mando masculino aglutina 40% dos parlamentares. É incentivada por igrejas fundamentalistas, que avançaram no terreno de devastação da democracia e desencanto com a política. Mas há brechas: fé não significa submissão como destino

A “teocracia à brasileira”, sempre à espreita

A laicidade é o que nos difere da Idade Média. Deveria garantir que dogmas jamais poderiam interferir na coletividade. Mas, no Brasil, pressuposto está corroído. Por que ameaçar direitos de mulheres e minorias – e à própria democracia – não causa o espanto que deveria?

livro memoria salvador

A potência do Laboratório Organizacional
Feminista para a Sustentação da Vida
de Salvador

 

Viva Maria

Mara Régia

Eva Alterman Blay2

CLIQUE E LEIA:

Por que os homens continuam a matar as mulheres?

&

Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

 

AFM logo2

Não à Guerra Imperialista!

 

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lab df dia2 2

Começa a etapa presencial do Laboratório Feminista do DF e Entorno - 2026

iaris lei maria da penha

TV Kirimure encerramento laboratorio salvador

TV Kirimurê no encerramento do Laboratório de Salvador

logos feministas apoiam erika hilton

Eleição de Erika Hilton para presidente da Comissão da Mulher é um fato importante para a democracia

apoio cfemea marcha mulheres negras2025

Cfemea Perfil Parlamentar

Recomendamos a Leitura

  • Invisíveis da Previdência: como o "viés do presente" e a informalidade empurram milhões para a assistência social
  • Do campo à sala de aula: jogos de cartas e outras atividades promovem sistemas alimentares sustentáveis
  • A condição feminina na China: evolução histórica, luta social e representação cultural
  • MFP: ‘A cabanagem e a luta das mulheres cabanas’
  • Previdência Social, o grande debate sonegado
  • Livro “Para Mulheres Feias, Grossas e Mal-Amadas” brinca com estereótipos sobre feministas
  • Silvia Federici convida a ir além de Marx

Tecelãs do Cuidado - Cfemea 2021CLIQUE PARA RECEBER
O LIVRO (PDF)

Boaventura de Sousa Santos pichacao num muro de Coimbra

Comissão de Investigação Independente do caso Boaventura de Sousa Santos: o padrão de assédio e abuso de poder foi finalmente reconhecido

ulfa logo1a

ULFA 2

REPOSITÓRIO

PORTAL BRASIL - ÁFRICA

PLATAFORMA DE CURSOS E ATIVIDADES

PLATAFORMA DE CURSOS E ATIVIDADES DF e RIDE - Cfemea e MST

genocidio gaza

 

acervo cfemea2

CONHEÇA A COLEÇÃO DO JORNAL FÊMEA

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Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida

  • Curso sobre Elaboração e Gestão de Projetos com Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida
  • Aconteceu em Brasília o 1º Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida
  • Convite para esta terça, 8/10: Roda de Conversa sobre Autocuidado e Cuidado Coletivo entre ativistas feministas, defensoras e defensores de direitos humanos e movimentos sociais

Feminismo

  • Universidade Federal da Paraíba - UFPB recebe submissões de trabalhos para congresso internacional sobre educação literária e protagonismo feminino
  • Invisíveis da Previdência: como o "viés do presente" e a informalidade empurram milhões para a assistência social
  • Do campo à sala de aula: jogos de cartas e outras atividades promovem sistemas alimentares sustentáveis
  • Especialista comenta projeto aprovado pelo Senado que dificulta o aborto para vítimas de violência sexual
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  • A condição feminina na China: evolução histórica, luta social e representação cultural
  • Mulheres, Software Livre e a Esquerda
  • Acordo garante posse de servidora exonerada do Itamaraty por banca racial
  • Banco Vermelho transforma dor em mobilização e faz denúncia contra o feminicídio

Importante Conhecer

  • Universidade Federal da Paraíba - UFPB recebe submissões de trabalhos para congresso internacional sobre educação literária e protagonismo feminino
  • Invisíveis da Previdência: como o "viés do presente" e a informalidade empurram milhões para a assistência social
  • Do campo à sala de aula: jogos de cartas e outras atividades promovem sistemas alimentares sustentáveis
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  • Banco Vermelho transforma dor em mobilização e faz denúncia contra o feminicídio
  • Notas Públicas sobre a operação de busca e apreensão contra a perita em antropologia Sheila Brasileiro
  • Comitê de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos lança vídeo de incidência sobre eixos de proteção do PlanoDDH

+ Lidos

  • Não à Guerra Imperialista!
  • Eleição de Erika Hilton para presidente da Comissão da Mulher é um fato importante para a democracia
  • “Só mulher nua entra no Masp?” Como museu usa a arte para virar o jogo
  • Congresso: Por onde avançam as bancadas religiosas
  • A “teocracia à brasileira”, sempre à espreita
  • Câmara: Comissão de Direitos da Mulher elege primeira presidente trans
  • Por que os homens continuam a matar as mulheres?
  • Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay
  • Quem era a divindade Asherah, a esposa de Deus

+Recentes

  • Trabalhadoras
    • Trabalhadora doméstica é resgatada após 49 anos submetida a condições análogas à escravidão no interior de São Paulo
    • Uma análise da redução da escala 6×1 sob as lentes de gênero
    • TRT-10 promoverá audiência pública sobre "Mulheres no Mundo do Trabalho" no dia 28 de maio
  • Feminicídio
    • Banco Vermelho transforma dor em mobilização e faz denúncia contra o feminicídio
    • Mulher é morta no noroeste do estado; caso é o 38º feminicídio do ano no RS
    • Senado debate tornar imprescritíveis crimes de estupro e feminicídio
  • Congresso Nacional
    • Criminalização da misoginia: relatora apresenta nova versão do projeto de lei
    • Agenda Legislativa Mulheres do Brasil prioriza cotas femininas no Legislativo e orçamento voltado às mulheres
  • Artigos do (e sobre o) Cfemea
    • Entre a jornada 6x1 e o trabalho invisível, mulheres periféricas sustentam famílias e acumulam endividamento
    • 20 anos da Lei Maria da Penha: avanços e desafios

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  • Invisíveis da Previdência: como o "viés do presente" e a informalidade empurram milhões para a assistência social
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  • Livro “Para Mulheres Feias, Grossas e Mal-Amadas” brinca com estereótipos sobre feministas
  • Silvia Federici convida a ir além de Marx
  • “Espero que os movimentos feministas estejam nas ruas”. Entrevista com Nancy Fraser
  • Em qual soberania o Brasil deveria apostar?
  • As lutas sociais precisam do pensamento crítico que a IA destrói
  • A esquerda precisa de um cosmopolitismo alternativo
  • STF julga aplicação da lei Maria da Penha fora das relações domésticas

Feminicídio

  • Universidade Federal da Paraíba - UFPB recebe submissões de trabalhos para congresso internacional sobre educação literária e protagonismo feminino
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  • Mulheres, Software Livre e a Esquerda
  • Acordo garante posse de servidora exonerada do Itamaraty por banca racial
  • Ministério das Mulheres e ANTRA renovam acordo para produção de dados sobre a realidade de travestis e mulheres trans

 

Tecelas do Cuidado tecendo redes
Publicação que sistematiza as experiências das Tecelãs do Cuidado e traz algumas reflexões que têm realizado desde que começou a pandemia da COVID19.
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grupos ideologicos23 26
Este texto foi escrito com base em pesquisa coordenada pelo CFEMEA e desenvolvida pelas pesquisadoras Denise Mantovani, Maíres Barbosa, Mari Mesquita e Milena Belançon.
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Perfil Parlamentares Cfemea 2023 26
Esse estudo avaliou o posicionamento dos 513 deputadas, deputades, deputados federais e dos/as 81 senadores/as (incluindo os/as eleitos/as em 2022) em relação às temáticas de gênero.
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autocuidado cosete RIA Editorial

Este livro apresenta as reflexões e análises do estudo de pós-doutorado da professora Cosette Casto realizado no Instituto de Psicologia da UnB sobre Cuidado e Autocuidado entre Mulheres Ativistas no mundo online – estimulando (novas) subjetividades em tempos de pandemia e violência. O estudo foi desenvolvido a partir da experiência e metodologia do CFEMEA em meio à pandemia e ao isolamento social e foi adaptado ao mundo virtual.

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