As eleições gerais trazem novidades substantivas em comparação às anteriores, das quais vale a pena destacar pelo menos duas: pela primeira vez em um pleito nacional, cumpriu-se a cota de 30% para candidaturas do sexo minoritário em cargos escolhidos por representação proporcional1. Outro acontecimento, totalmente inédito, foi o fato de o TSE ter disponibilizado dados sobre a cor/raça d@s candidat@s, após anos de lutas e demandas dos movimentos pela igualdade racial e dos feminismos antirracistas.

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