Hoje chegamos a 1000 dias sem respostas sobre quem mandou matar Marielle e Anderson. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro amanheceu com a lembrança em formato de despertadores. O Instituto Marielle Franco, dirigido pela família, fez a convocatória pelas redes e clama para que as mulheres negras não sejam vitimas da violência política. Taliria Petrone, deputada da Frente Parlamentar Feminista Antirracista, é uma das que vem sofrendo ameaças constantes nos últimos meses.

 

As eleições terminaram e agora começa o jogo de xadrez para a escolha das presidências de Câmara e Senado. O STF já decidiu que a reeleição de Maia e Alcolumbre é inconstitucional. O Planalto já negocia a todo o vapor cargos e benesses para emplacar um nome ainda mais alinhado ao presidente. O Congresso só agora deve discutir a LDO (o que em tempos normais acontece no meio do ano) e vai fazer um pequeno recesso entre natal e ano novo. Os trabalhos voltam, ainda remotamente, em meados de janeiro.


O ministério da Educação informou que vai revogar a Portaria nº 1.030/2020, que obrigava o retorno às aulas nas universidades. Depois de uma enorme reação contrária à medida, o MEC vai abrir uma consulta pública antes de tomar nova decisão. No Supremo Tribunal Federal o ministro Dias Toffoli suspendeu a eficácia do Decreto 10.502/2020, que Institui a Política Nacional de Educação Especial Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida, tão criticada pelos movimentos de pessoas com deficiência.


Na Câmara, o PL 7223/2006 agora tem relator. Apesar de ser um Pacote de Segurança Pública, o tema do aborto está inserido no debate. Para este Radar, preparamos uma lista dos PLs que andaram e que incluem temas do nosso interesse.


Enquanto isso a pandemia continua novamente em crescimento e matando pessoas, já são mais de 6 milhões e 600 mil pessoas contaminadas e caminhamos rapidamente para ultrapassar 180 mil mortes. O governo continua, com sua inoperância, contribuindo para que o quadro continue se agravando. Estoques de testes sem distribuição e falta de planejamento para termos com rapidez a população vacinada quando da aprovação de vacinas são só os exemplos mais recentes. Também há conflitos com o Governo de São Paulo, que anunciou início da vacinação em Janeiro.

 

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