Em um país com quase 6 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus e mais de 166 mil mortes, temos o presidente comemorando possível falha em uma das vacinas que estão sendo testadas. Se alguém nos contasse era difícil de acreditar.  Na Câmara e Senado,ficou evidente a diminuição do ritmo com deputadas, deputados, senadores e senadoras envolvidos nas campanhas nos últimos dias antes do primeiro turno, realizado em 15 de novembro. Por isso, esse Radar tão enxuto.


Uma breve análise dos resultados eleitorais mostra Bolsonaro como o grande perdedor da disputa. Muitos candidatos indicados pelo presidente não se elegeram. Seu filho, Carlos Bolsonaro, foi bem votado no Rio de Janeiro, mas com menos votos que em 2016.  Foi uma eleição em que PSOL se destacou como uma legenda diversa, emplacando vitórias expressivas de mulheres negras e trans, além de cravar o segundo turno para a prefeitura de São Paulo, com Guilherme Boulos e Luiza Erundina à frente. Mas a vitória mesmo, em números gerais, é do centrão. O MDB segue com o maior número de prefeituras, com PP maior do que antes. No geral, a esquerda formada por PT, PCdoB, PSB e PDT, perdeu prefeituras. O site Poder 360 fez uma análise dos resultados.


Dezenas de organizações da sociedade civil publicaram o documento Garantir a liberdade das ONGs é defender o interesse nacional, reagindo à notícia de que o governo bolsonaro tem a intenção de monitorar todas as ONGs que atuam na Amazônia. Parlamentares apresentaram requerimentos solicitando informações e questionando a legalidade dessa proposta.


Seguem as repercussões sobre o caso do estupro da Mari Ferrer, com manifestações e artigos demonstrando o absurdo da audiência de julgamento e a absolvição do empresário catarinense. O tema do estupro está em pauta, e deve continuar em destaque até o 25 de novembro, dia Internacional de luta contra a violência às Mulheres.


Nesta terça-feira (17/11), um ato público intersetorial online reunirá representantes de várias áreas em torno de uma agenda comum: a instalação urgente da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e a aprovação do Piso Emergencial para Serviços Essenciais e de outras propostas comprometidas com a garantia dos direitos sociais e com a proteção do meio ambiente. A CMO é um órgão do Poder Legislativo instituído anualmente com a finalidade de debater o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) e o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). A presença de representantes de várias áreas no ato será fundamental para mostrar ao Congresso apelo popular pela urgência da instalação da CMO.

 

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