Quase lá: Coletivo Pedra Rubra promove segundo encontro de estudo coletivo sobre as mulheres periféricas em São Paulo (SP)

Nos dias 13 e 14 de julho de 2024 (sábado e domingo), de 9h às 13h, com entrada gratuita, o Coletivo Pedra Rubra promove mais uma edição do ciclo de estudos teóricos “O que é ser uma mulher periférica na sociedade patriarcalista e capitalista”.

pedra rubra fernanda machado 

Luciana Gandelini

 

Com o tema “Mulher, feminismo, teatro e performance pela perspectiva da mulher latina”, o segundo encontro para estudo será conduzido pela multiartista e arte educadora Fernanda Carla Machado. A atividade é gratuita e aberta a qualquer pessoa interessada em participar, independente de gênero. 

Inscrições abertas para ciclo de estudo sobre feminismo, teatro e performance pelo olhar da mulher latina

Nos dias 13 e 14 de julho de 2024 (sábado e domingo), de 9h às 13h, com entrada gratuita, o Coletivo Pedra Rubra ( @coletivopedrarubra ) promove mais uma edição do ciclo de estudos teóricos “O que é ser uma mulher periférica na sociedade patriarcalista e capitalista”. 

O encontro será realizado no Espaço do Coletivo Pedra Rubra, que fica na Rua Plínio Schimidt, 98, Jardim Marcel, na Zona Sul de São Paulo (SP), ao lado da estação de trem “Autódromo”

Serão oferecidas 15 vagas e as pessoas interessadas em participar podem se inscrever gratuitamente por meio do formulário virtual. A seleção será realizada por ordem de inscrição.  

A segunda edição do encontro terá a temática “Mulher, feminismo, teatro e performance pela perspectiva da mulher latina” e será conduzida por Fernanda Carla Machado, que é Doutora e Mestra em Artes Cênicas pela ECA/USP, Bacharela em Comunicação das Artes do Corpo, pela PUC/SP. 

Multiartista, com destaque para os trabalhos como atriz, performer, diretora teatral, pesquisadora das artes do corpo e arte educadora, Fernanda atuou com a Cia São Jorge de Variedades, Coletiva Palabreria (da qual é integrante atualmente), Cia Bonecos Urbanos, Associação Abrace, Santa Cia, Escola Livre de Teatro, entre outros. Como arte educadora atuou na Fábrica de Cultura Brasilândia, Programa Vocacional de Teatro, onde também foi Coordenadora artístico pedagógica e Professora substituta no Instituto de Artes da Unesp. 

A partir da pergunta “O que é ser uma mulher periférica dentro de uma sociedade patriarcalista e capitalista?”, o ciclo de estudos teóricos propõe um espaço para que pessoas interessadas possam refletir, compartilhar suas impressões, suas próprias pesquisas e estudos sobre o assunto. 

Um encontro que coloca em diálogo pessoas que pesquisam e investigam as nuances da situação da mulher periférica no mundo contemporâneo, e que, de alguma forma, tentam elucidar os caminhos que levaram a mulher a estar na atual conjuntura social, com pessoas que  se interessam em buscar entendimento e dialogar sobre o assunto.  

As ações fazem parte do projeto “Mulheres do Corre - das Lutas Inglórias Nasce o Sol de Todo Dia” contemplado na 42ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura, com o qual o grupo celebra dez anos. 

Com uma pesquisa cênica sobre a mulher em diversos campos sociais, o grupo encontrou na mulher da periferia um símbolo feminino de resistência e de luta, representada, neste projeto, como “Mulheres do Corre”. 

“Compreendemos que as “mulheres do corre” são aquelas que vivem na margem, longe das regiões centrais e que trabalham, pagam conta, cuidam de filhos, da casa. Mulheres que têm seus próprios corpos e histórias como exemplos de resistência, a sua vida é uma luta diária, uma busca constante de se manter viva mesmo com tantos desafios e discriminações”, comenta o coletivo.

Buscando evidenciar os caminhos que essas mulheres percorrem, aquilo que atravessa seus corpos, suas vozes e pensamentos, o grupo optou por se afastar de referências eurocêntricas e de mulheres burguesas, para aprofundar o olhar para a verdadeira realidade das mulheres da periferia.

pedra rubra

Sobre o Coletivo Pedra Rubra

O Coletivo Pedra Rubra é um grupo teatral criado em 2014, formado por mulheres periféricas da Zona Sul da cidade de São Paulo, que realiza ações artísticas neste território com o propósito de descentralizar a arte e o teatro,  e de propagar a cultura periférica.

O grupo possui uma pesquisa contínua sobre o universo da mulher, sua opressão diante da sociedade e as inúmeras violências físicas e psicológicas sofridas pelas pessoas do gênero feminino em razão dos valores herdados da cultura machista, misógina e sexista.

Investigando a cena teatral contemporânea, o Coletivo Pedra Rubra busca refletir através de experimentos cênicos performáticos, as questões da sociedade que estão em estado de urgência, tendo como protagonista a mulher. 

Informações: www.instagram.com/coletivopedrarubra/ e www.facebook.com/coletivopedrarubra

Serviço: Ciclo de Estudos Teóricos “O que é ser uma mulher periférica na sociedade patriarcalista e capitalista”

Com Coletivo Pedra Rubra 

Tema do encontro: “Mulher, feminismo, teatro e performance pela perspectiva da mulher latina” Condução: Fernanda Carla Machado

Sinopse: Um encontro que busca colocar em diálogo pessoas que pesquisam e investigam as nuances da situação da mulher periférica no mundo contemporâneo, e demais pessoas interessadas no tema. 

Quando: 13 e 14 de julho de 2024 (sábado e domingo) - Horário: das 9h às 13h

Onde: Espaço do Coletivo Pedra Rubra - Endereço: Rua Plínio Schimidt, 98, Jardim Marcel, Zona Sul de São Paulo - SP - CEP: 04815-130. (Do lado da estação de trem “Autódromo”)

Grátis - Classificação: 14 anos

Vagas: 15 vagas contabilizadas por ordem de inscrição - 

Link de inscrição:  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdnN5zzBNNN177ux-UM85nvmzVL20q-UNlEN28LYIn2njLEKg/viewform

 

Assessoria de Imprensa - Luciana Gandelini - Whatsapp 1199568-8773 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 


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