Os fabricantes de roupas íntimas e peças de banho do Distrito Federal terão de fixar, em suas peças, etiquetas com orientação sobre o auto-exame dos seios e outras informações sobre o câncer de mama, de útero e de próstata. É o que determina a Lei N. 2.700, da deputada distrital Maria José Maninha (PT), em vigor desde o mês de março deste ano. Os sutiãs deverão trazer mensagem incentivando o auto-exame da mama uma vez por mês. As calcinhas terão um alerta para a necessidade do exame Papanicolau pelo menos uma vez por ano, a fim de prevenir o câncer de colo de útero. As mensagens das peças masculinas dirão que câncer de próstata tem cura e que é preciso fazer exame anual, após 45 anos.

O presidente da Federação das Indústrias de Brasília (Fibra), Lourival Dantas, e a presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário do DF, Walquíria Aires, se entusiasmaram com a possibilidade da capital do país servir de modelo para a implantação de leis semelhantes em outros estados. As próximas coleções já devem conter as etiquetas contra o câncer. Segundo a deputada Maninha, o principal objetivo do projeto é contribuir para a redução da incidência do câncer de mama. O Instituto Nacional do Câncer estima que, até o final deste ano, 30 mil mulheres irão desenvolver a doença. Oito mil morrerão, vítimas do câncer de mama.

   
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