Em Brasília o CNDM e a bancada feminina se juntam e promovem eventos que reúnem centenas de mulheres

As comemorações do Dia Internacional da Mulher começaram no dia 14 de março no Congresso Nacional com a inauguração da exposição "Mulheres Indígenas" da artista plástica Clara Piquet e com a palestra do sociólogo italiano Domenico De Masi (autor do livro "O Futuro do Trabalho - Fadiga e ócio na sociedade pós-industrial").

Para um público de aproximadamente 500 pessoas Domenico De Masi fez um breve histórico da divisão dos papéis econômicos dos homens e das mulheres. Dos homens caçadores e mulheres coletoras de frutas da pré-história à sociedade grega, o sociólogo colocou o que acha ter sido fator principal da exclusão feminina: a educação. Hoje, a necessidade de produção de bens imateriais, relacionados à estética, saúde e prestação de serviços rediscute esses papéis. "Os homens perderam, mas as mulheres ainda não ganharam", resume De Masi. As transformações nos proporcionaram maior longevidade, menos horas de trabalho e a valorização da criatividade, intelectualidade, emotividade e inteligibilidade. Para o sociólogo, a situação é favorável às mulheres, que têm experiência na flexibilização do trabalho, por causa da dupla jornada diária. Domenico De Masi criticou o recuo na agressividade das mulheres na luta por seus direitos e encerrou sua fala com um desafio: "Quero que vocês fixem uma data para a igualdade. Qual é a data do futuro?"

   
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