Desta vez levamos um susto. Com a edição do Fêmea já pronta, recebemos a notícia de que o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher sofreu uma grande perda no Ministério da Justiça. Com um decreto presidencial, o Conselho teve seu status ainda mais reduzido dentro da estrutura do Ministério. Para um Conselho que já teve status de Secretaria de Estado - basta lembrar que, há pouco mais de dez anos a Presidente do CNDM participava das reuniões ministeriais com o Presidente da República - o atual espaço de ação que lhe está sendo destinado no Ministério é, no mínimo, constrangedor.

A notícia foi uma triste surpresa, pois, no ano passado, várias articulações foram feitas no sentido de ampliar a estrutura operacional do Conselho, tendo sido esse um tema importante para a nova composição do CNDM, feita em outubro passado.

Qual o sentido do CNDM, enquanto mecanismo institucional para a eqüidade de gênero, se não puder dispor de uma estrutura operacional adequada e de um grau de autonomia correspondente à importância política que o governo afirma dar aos desafios que temos pela frente? É hora de darmos uma resposta definitiva a essa questão. E o momento, às vésperas de Beijing +5, não poderia ser mais oportuno.

Neste Fêmea trazemos também as comemorações do Dia Internacional da Mulher em todo o Brasil, com destaque para os eventos realizados em conjunto pela Bancada Feminina e pelo CNDM em Brasília. Criatividade, conquistas e desafios marcaram essas ações.

   
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