No dia 1º de dezembro - Dia Mundial de Luta Contra a AIDS - as mulheres não têm muito que comemorar. Dada as condições de pobreza e desigualdade social em que vivem as mulheres, particularmente as que vivem em países pobres, a AIDS tem se configurado como um dos mais graves problemas - tanto de saúde quanto social - que afetam a vida das mulheres.

De uma doença que no início era urbana e vista como um problema das grandes cidades das regiões Sudeste e Sul do país, ao longo destes 15 anos tem sido verificada a interiorização da epidemia. Em 1985 havia 10 municípios no país com casos notificados de AIDS. Em 95 esse número passou para 950. Com exceção dos estados de SP, RS e SC, onde existe uma participação significativa do uso de drogas injetáveis na disseminação da epidemia entre mulheres, tanto pelo uso próprio quanto pelo uso por parte do parceiro - a interiorização da epidemia tem trazido também a sua heterossexualização.

No Brasil estima-se que existam hoje 537 mil pessoas entre 15 e 49 anos infectadas pelo HIV. As mulheres somam aproximadamente 204 mil. Destas cerca de três mil estão grávidas.

   
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