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CFEMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria - Declaração do I Encontro Nacional do Movimento de Mulheres Camponesas
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Declaração do I Encontro Nacional do Movimento de Mulheres Camponesas PDF Imprimir E-mail
Qui, 21 de Fevereiro de 2013

 

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Crédito: Iano Andrado/ CBCrédito: Iano Andrado/ CB

Nós mulheres do Movimento de Mulheres Camponesas – MMC, vindas de 23 estados, representantes de outras organizações populares, feministas,nacionaise internacionais da classe trabalhadora com o lema "Na Sociedade Que a Gente Quer, Basta de Violência Contra a Mulher" estivemos reunidas no I Encontro Nacional do Movimento de Mulheres Camponesas durante os dias 18 a 21de fevereiro de 2013, em Brasília/DF.

O Encontro Nacional do MMC contou com a presença da Presidenta da República Dilma Rousseff, da Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres Eleonora Menecucci, da Ministra da Secretaria dos DireitosHumanos Maria do Rosário, da Ministra do Desenvolvimento Social Tereza Campello, da Ministra de Articulação Institucional Ideli Salvatti, do Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República Gilbertode Carvalho, do Ministro de Desenvolvimento Agrário Pepe Vargas, do Governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, do Presidente da Conab Rubens Rodrigues dos Santos, do Presidente do Incra Carlos Guedes de Guedes, do Diretor de Infraestutura Social de BNDS Guilherme Narciso de Lacerda, de Deputadas(os), Senadoras e outras autoridades vindas de todo o país.

A Presidenta da Republica Dilma Rousseff assumiu o compromisso público de contribuir na efetivação da pauta entregue pelo Movimento de Mulheres Camponesas, e, em sua fala, manifestou a importância da luta e da participação política das mulheres, da força das mulheres camponesas e sua organização no Movimento autônomo.

Este encontro trouxe e aprofundou o tema e os desafios que envolvem a luta pelo fim da violência contra a mulher, entendendo que a violência é resultado do sistema capitalista, da cultura patriarcal emachista que perpassa todas as dimensões da sociedade.

Conscientes dos desafios para a superação daviolência concentramos nossos esforços em quatro grandes eixos de reflexão: a)As lutas camponesas feministas e populares; b) A produção diversificada dealimentos saudáveis; c) A Seguridade Social, universalização do salário maternidade e ampliação de 4 para 6 meses para todas as mulheres trabalhadoras; d) A importância da organização do Movimento Mulheres Camponesas.

Após as plenárias houve o aprofundamento dos temas sobre: direitos reprodutivos e saúde da mulher; saúde integral, alimentaçãosaudável e diversificada, a luta contra os agrotóxicos, divisão social e sexualdo trabalho, políticas públicas, seguridade social, saúde pública, previdênciae assistência, a superação das desigualdades de gênero, raça, gerações e etnia; papel da mulher na agroecologia com destaque à necessidade da autonomia econômica, política e social das mulheres para o enfrentamento à violência.

Foi destaque a MOSTRA DE PRODUÇÃO DAS MULHERES CAMPONESAS. Uma belíssima exposição trazendo uma grande diversidade desementes, plantas medicinais, artesanato e alimentos, dando visibilidade àimportância do trabalho das mulheres no projeto de agricultura camponesafeminista agroecológico.
Foi significativa a socialização da DIVERSIDADE CULTURAL e artística trazida pelos diferentes grupos, apresentada através de poemas, músicas, teatros, danças, simbologias, expressando a vida, a garra e a ousadia das mulheres que acreditam e lutam pela transformação da sociedade, e na construção de novas relações humanas e com anatureza.

A CAMINHADA pelo fim da violência contra a mulher chamou atenção da sociedade pelo gesto de solidariedade às mulheres vítimas deviolência, pela indignação diante dos assassinatos e outras formas de violênciae o convite para mudança nas relações. Também serviu para fazer a denúnciajunto às autoridades e órgãos públicos da responsabilidade e urgência de medidas que possibilitem a todas as mulheres terem mecanismos e estrutura necessária para avançar no enfrentamento e o fim da violência.

As diferentes manifestações durante o encontrocontribuiram para compreender os desafios colocados a fim de avançar na lutapela emancipação da mulher:

Nossos desafios:

  • O fim da violência exige a luta pelatransformação da sociedade e das relações humanas. Mulheres e homens precisamreencontrar a dignidade e compreender sua ação como parte do universo;
  • A produção de alimentos saudáveis e diversificada supõe por um lado, o enfrentamento ao modelo de desenvolvimento capitalista industrial monopolista globalizado e suas políticas que favorecem o agronegócio e a exploração dos recursos naturais em vista do lucro e da concentração de renda; e, por outro, exige que intensifiquemos a luta pela construção doprojeto de agricultura camponesa agroecológica investindo nas práticas de recuperação de sementes crioulas, plantas medicinais, produção orgânica,reeducação alimentar, avançando nas ações de preservação, proteção e recuperação dos nossos biomas.
  • Fortalecer e ampliar a organização dos grupos demulheres como espaço de reflexão, conscientização de sua condição na sociedade e formulação de estratégias da luta camponesa e feminista;
  • A partilha de experiências, os debates, a coragem e a consciência de que somos construtoras da história e nela queremos deixar as marcas do belo, do cuidado, da justiça social e ambiental, nos convida a assumirmos o compromisso de continuar avançando com a organização autônoma das mulheres.

Nossos compromissos:

  • Avançar na construção de relações de igualdade entre os seres humanos e com a natureza;
  • Fortalecer a organização das mulheres trabalhadoras, a articulação entre os movimentos feministas e da classe trabalhadora;
  • Potencializar a produção agroecológica e possibilitar o acesso das mulheres às políticas públicas de crédito e comercialização e a implementação da Política Nacional de Agroecologia eProdução Orgânica - PNAPO;
  • Ampliar as relações com os consumidores e divulgar a importância da alimentação saudável e diversificada para a saúde e o bem estar das pessoas e ambiente;
  • Promover a autonomia econômica, política e socialdas mulheres e fortalecer a luta contra a violência;
  • Participar e assumir os espaços de decisão epoder;
  • Lutar pela seguridade social: saúde, previdência e assistência intensificando a luta pela ampliação do salário maternidade de 4 para 6 meses para as mulheres trabalhadoras do campo e da cidade;
  • Dar visibilidade ao trabalho produtivo ereprodutivo das mulheres com a justa remuneração e a garantia de direitos;
  • Lutar e denunciar todas as formas de violência do sistema capitalista, da cultura patriarcal, machista e racista que se fazem presentes no campo e na floresta através da violência doméstica, do latifúndio, agrotóxicos, transgênicos, monocultivos, doenças e outros;
  • Fortalecer as relações com as organizações populares, feministas e da classe trabalhadora em torno do projeto popular para o Brasil.

O Primeiro Encontro Nacional reafirmou a importância do Movimento de Mulheres Camponesas autônomo, feminista, camponês e socialista. Confirmou a missão do MMC de lutar pela libertação das mulheres trabalhadoras de qualquer tipo de opressão ediscriminação; a construção do projeto de agricultura camponesa feminista agroecológico e a luta pela transformação da sociedade. Para isso, é indispensável a luta, a organização e formação potencializando as experiências de resistência popular, onde as mulheres sejam protagonistas de sua história.

“Na sociedade que a gente quer,
Basta de violência contra a mulher!”

Movimento de Mulheres Camponesas – MMC/BR
Brasília/DF, 18 a 21 de fevereiro de 2013

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