Facebook Twitter
 
 
 
  Voltar a página inicial     
 
 
 
 
  VOCÊ ESTÁ AQUI: INÍCIO Orçamento Mulher Notícias e Eventos Orçamento: R$ 26 milhões a menos para Lei Maria da Penha em 2009  
 
 
 
 
Orçamento: R$ 26 milhões a menos para Lei Maria da Penha em 2009 PDF Imprimir E-mail
Ter, 02 de Dezembro de 2008

O debate no Legislativo conseguiu, até agora, reverter uma parte dos cortes feitos ao Programa de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (0156), que com as emendas recebidas no Parlamento, até o momento, passou dos R$27,8 milhões propostos pelo Poder Executivo para R$ 34,9 milhões.

--BUSINESS WIRE--Oct , NovaDel how to buy viagra online. Whenever a man is sexually excited, Viagra helps your penis fill with plenty blood to cause an erectionI previously was taking mg Cialis for daily use for around per year cialis 2013.
argaiv1861

Entretanto, ações específicas que dão cumprimento à Lei Maria da Penha e à Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2009 correm o risco de, mais uma vez, ficarem sem execução. Sob responsabilidade dos Ministérios da Justiça e da Saúde, as ações foram incluídas no Plano Plurianual (PPA) 2008-2011 por meio de emendas parlamentares. No entanto, em 2008 e neste ano novamente, o Executivo encaminhou os Projetos de Lei Orçamentária sem alocar qualquer recurso para tais ações. Segundo levantamento feito pelo CFEMEA, considerando os valores planejados no PPA, isto significa um total de R$ 26 milhões em recursos que deixarão de ser aplicados no enfrentamento da violência no ano de 2009. Para os quatro anos (2008-2011) são R$ 128 milhões.

Porém em 2009 o cenário se agrava, já que várias dessas ações integram o rol de prioridades na LDO 2009 do Governo Federal, com metas específicas para sua execução durante o ano.

Uma delas é a ação 7J18 que, segundo a LDO, tem a meta de instalar 200 Núcleos Especializados de Defensoria Pública em cumprimento à Lei Maria da Penha em 2009, com previsão de recursos no PPA da ordem de R$ 8 milhões.

Caso idêntico é o da ação 7i26 - Implantação de Serviços de Atenção à Saúde da Mulher Vítima de Violência, do Programa 1312 - Promoção da Capacidade Resolutiva e da Humanização na Atenção à Saúde, sob responsabilidade do Ministério da Saúde. A ação dá cumprimento ao estabelecido nos artigos 9º, § 3°, e 35, inciso III da Lei Maria da Penha (11.340/06). A criação de serviços de atenção à saúde das mulheres vítimas de violência doméstica e sexual é essencial para oferecer atendimento com profissionais capacitados, digno e humanizado para as mulheres que se encontram em situação de violência. Na LDO, há a previsão de instalar 100 destes serviços em 2009. Mas até agora não há nada previsto para o Orçamento do ano que vem.

A ação destinada a apoiar à implantação de centros especializados de perícia médico-legal em atendimento à mulher vítima de violência recebeu emenda do Deputado Antonio Carlos Biscaia PT-RJ. São R$500 mil, direcionados ao Estado do Rio de Janeiro.

Estamos chegando a reta final das discussões sobre a Lei Orçamentária Anual. Muito já está definido, mas ainda há tempo para reivindicar, para batalhar por mais recursos para as políticas públicas para as mulheres e, particularmente, para o enfrentamento da violência doméstica e familiar.

A próxima etapa, de discussão do Relatório Geral, é absolutamente fundamental para reverter a situação. O quadro é ruim, mas não chega a ser irremediável. A Bancada Feminina pode cumprir um papel importante no diálogo com o Relator Geral, o Senador Delcídio Amaral (PT-MS). Quem faz o relatório geral do PLOA tem muito poder e muita margem de manobra. E se houver determinação para cumprir a lei (LDO) e assegurar os recursos necessários para o enfrentamento da violência contra as mulheres, espaço político para tanto não vai faltar.

Na semana passada, o dia 25 de novembro – que marca o enfrentamento à violência contra a mulher – trouxe à tona a necessidade de que a sociedade e o Estado reconheçam essa violência como questão que precisa ser tratada como um problema de segurança, justiça e saúde pública. Em sessão solene no Congresso Nacional, @s parlamentares cobraram maior repressão a crimes contra mulheres e mais mobilização da sociedade. Todavia, é preciso lembrar que cabe a nós cobrar o Legislativo pelo cumprimento às leis. A análise das emendas apresentadas revela que precisamos de muito mais do que discursos para que a Lei Maria da Penha saia do papel e, efetivamente, melhore a vida de milhões de mulheres brasileiras.

Share
 
 
 
 
 
 
 

O CFEMEA

 

Temas trabalhados

 

Dia a Dia

 

Biblioteca

Quem somos   Orçamento Mulher   Semana no Congresso   Guia dos Direitos da Mulher
O que fazemos   Poder e Política   Notícias e eventos   Vídeos
Fale conosco   Enfrentamento à Violência   Nossas publicações e boletins  
  Direitos Sexuais e Reprodutivos   Jornal Fêmea  
  Trabalho e Proteção Social        
 
     
 
CFEMEA
Centro Feminista de Estudos e Assessoria
Brasília-DF, Brasil
+ 55 61 3224-1791