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Daquelas que registram melhor grau de execução, destacam-se as da área da saúde, educação e assistência social, cujas despesas superaram R$ 25 bilhões; e outras que dispunham de um montante bem menor de recursos, a exemplo das ações do “Sistema Nacional de Informações em Direitos Humanos”, do “Fortalecimento da participação das mulheres nos espaços de poder e decisão” e da “Incorporação da perspectiva de gênero nas políticas educacionais”, cuja soma totaliza R$2,3 milhões. Nitroglycerin can cause severe headaches, specially when you first of all start employing it free viagra samples. Grapefruit and grapefruit juice can react adversely auction web sites medicationsYou may have to use high blood pressure medication throughout your lifetime buy cialis 10mg. argaiv1159
As 12 ações que nada executaram até agora, têm autorizados R$ 360 milhões no orçamento de 2009. Uma pequena parte desses recursos está empenhada, o que significa que o governo planeja realizar a despesa, mas dado o final do ano, é difícil saber se essa intenção ainda tem tempo para se concretizar. Entre as ações que nem sequer realizaram empenhos destacamos: “Qualificação social e profissional de trabalhadoras domésticas e outras populações em situação de alta vulnerabilidade”; e “Implantação de Centros de Alta Complexidade em Oncologia”.
Nos próximos dias o Congresso Nacional deve aprovar o Orçamento da União para 2010. Pelo andar da carruagem, no ano que vem, os recursos para o financiamento das ações do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres devem aumentar um pouco para o financiamento dos eixos de Autonomia Econômica das Mulheres (Capítulo 1), Educação Inclusiva, não sexista, não racista e não homofóbica e não lesbofóbica (Capítulo 2), e para a Gestão e Monitoramento do II PNPM (Capítulo 11).
E se as coisas continuarem como estão no Congresso, haverá redução de recursos nas ações orçamentárias que estão financiando os eixos de Saúde das Mulheres, Direitos Sexuais e Reprodutivos (Capítulo 3), Enfrentamento da Violência contra as Mulheres (Capítulo 4); Participação das Mulheres nos Espaços de Poder e Decisão (Capítulo 5), Direito à Terra, Moradia Digna e Infraestrutura social (Capítulo 7), Cultura Comunicação e Mídia (Capítulo 8). O eixo de enfrentamento do sexismo, racismo e lesbofobia (eixo 9) não tem especificadas quais são as ações responsáveis pelo seu financiamento. O PNPM diz que as ações referentes a esse capítulo encontram-se distribuídas pelos outros capítulos.
Todas essas informações estão detalhadas na tabela e gráficos anexos. Fique atenta, os valores apresentados são os totais de cada ação - ainda não é possível identificar quanto desses recursos são efetivamente direcionados à melhoria das condições de vida das mulheres e a promoção da igualdade de gênero. Isso significa, por exemplo, que não podemos dizer que todos os recursos da ação 20B1 - Serviços de Atenção à Saúde da População do Sistema Penitenciário Nacional serão destinados à melhoria da vida das mulheres encarceradas. Esse cuidado deve ser tomado ao se analisar as ações e também os valores totais dos capítulos do II Plano.
Ao ler a tabela 1 você vai saber a qual capítulo do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres cada ação orçamentária se relaciona. Veja colunas 1 e 2 da tabela. E que valor a Lei Orçamentária Anual de 2009, aprovada pelo Congresso Nacional, autorizou o Poder Executivo a gastar, de janeiro a dezembro ( veja coluna 3 da tabela). Vai saber também quanto o governo já gastou nesta ação até o dia 9 de dezembro (coluna 4). Também é possível saber que percentual de tudo o que foi autorizado realmente foi gasto em 2009 (coluna 5); e quanto o Projeto de Lei Orçamentária Anual está prevendo para essas ações em 2010 (coluna 6). |