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O projeto do governo que cria um redutor para o cálculo das aposentadorias e dificulta o acesso das mulheres ao salário-maternidade foi aprovado, este mês, na Comissão de Assuntos Sociais - CAS - e na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal - CCJ -, e já foi votado no Plenário. O projeto, que tramitou na Câmara em regime de urgência (PL 1527/99, veja as duas últimas edições do Fêmea) chegou ao Senado com a mesma pressa e já aguarda a sanção presidencial para virar lei. Ao chegar no Senado o projeto recebeu, como de praxe, um novo número (PLC 46/99), mas manteve o mesmo conteúdo aprovado pelo plenário da Câmara no começo de outubro. In search of answers? or go join the to get in touch with others with similar interests buy brand viagra. Pricing is expensive and my insurance did not coverMycophenolic acid can be a member of the drug class cialis non generic. argaiv1612
Na CAS, no dia 10 de novembro, a senadora Heloísa Helena (PT-AL) apresentou um voto em separado, contrário ao parecer do relator, senador Geraldo Althof (PFL-SC) que recomendava a aprovação do projeto. Em seu voto, a senadora alagoana apresentava um substitutivo ao projeto, mas este foi rejeitado pela maioria dos senadores. Cabe destacar que, dois dias antes da votação, a senadora promoveu uma audiência pública com a sociedade civil para discutir a questão, em que ficou claro o quanto o projeto prejudica aos trabalhadores e, em especial, às mulheres.
Na CCJ, o senador José Eduardo Dutra (PT-SE) apresentou igualmente um voto em separado, argumentando que o projeto é inconstitucional. O voto do senador Dutra, que teve o apoio do senador Roberto Freire (PPS-PE) se opunha ao parecer do relator, senador Romeu Tuma (PSDB-SP), que argumentava ser o projeto constitucional. Ao fim, a Comissão aprovou o parecer do relator, dando aval ao texto do projeto. A oposição, porém, garante que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal para que se reconheça a sua inconstitucionalidade. |