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O plenário do Senado votou e aprovou, no último dia 17 de novembro, o Projeto de Lei da Câmara número 050, de 1995, que estende o direito a seguro desemprego às empregadas domésticas. O projeto foi apresentado, originalmente, pelo ex-deputado Jackson Pereira (PSDB-CE), em 1991, e, para virar lei, terá ainda que passar pela sanção presidencial. Como o projeto implica aumento das despesas com a previdência social, é grande a chance do presidente vir a vetá-lo, se não houver uma forte pressão da sociedade civil em favor do mesmo. Update on male erectile dysfunction buy viagra 20mg. The relevance of a particular drug interaction to some specific patient is difficult to determine by using tool alone given the big volume of variables that could applyGeneric Name: pseudoephedrine SOO doe ee FED rin generic viagra. It is not easy to discover the relevance of your particular drug interaction to any individual given the larger quantity of variables cialis non generic. argaiv1449
Apesar dessa vitória das trabalhadoras, o Senado não trouxe, este mês, apenas motivos para comemoração. Os senadores votaram em plenário, no dia 02 de novembro, o PLC 22/1995 do deputado Jabes Ribeiro (PSDB-BA), que concedia incentivo fiscal à empresa que mantivesse creche e pré-escola para os filhos de seus empregados. O projeto já vinha da Comissão de Assuntos Sociais do Senado com um parecer contrário do relator, o ex-senador José Alves (PFL-SE). O plenário do Senado confirmou o parecer do relator, rejeitando o projeto. Junto com este, foi rejeitado o projeto PLC 211/93, do deputado Carlos Cardinal (PDT-RS), que tramitava em conjunto e obrigava as empresas com pelo menos 30 empregados (e não trinta mulheres, como disposto hoje) a disporem de local apropriado, onde seja permitido a esses empregados guardar, sob vigilância e assistência, os seus filhos, no período da amamentação. Infelizmente, ainda há muitos obstáculos a superar para fazer valer esse direito das crianças e dos pais que é tão importante para combater as múltiplas jornadas de trabalho que as mulheres enfrentam ainda hoje. |