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Comitiva do Fórum Goiano de Mulheres cobra fim dos feminicídios no estado

Nos dias 3 e 4 de setembro, o Cfemea e o Fórum de Mulheres do DF e Entorno recebem comitiva das colegas de Goiás e se unem para cobrar atitudes do governo federal em relação aos números absurdos de violência contra a mulher em território goiano 


Assine a petição! Deputados fundamentalistas querem acabar com os direitos das mulheres!

Projeto prevê auxílio previdenciário para vítimas de violência doméstica 
 

Quase 14% das meninas de 6 a 14 anos trabalham ou já trabalharam, diz pesquisa  

Mais de 37% das esntrevistadas que dizem trabalhar prestam serviço na casa de outras pessoas, cuidando das crianças, fazendo faxina e outras atividades domésticas


Começou a valer multa para patrão que não assinar carteira de doméstica

Mulher terá preferência no pagamento de benefícios rurais 
 
 
 
 
 
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Liberdade caça jeito

Quem reivindica direitos, demanda a democratização do poder, luta contra o patriarcado e o racismo passou 2015 navegando em mares bravios. A crise política veio se agudizando desde o começo do ano e as incertezas e riscos de perda de direitos se sucedendo.

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A vitória da candidatura de Eduardo Cunha para a Presidência da Câmara foi a primeira de uma série de derrotas do governo Dilma Roussef. Para além da Praça dos Três Poderes, o jeito Cunha de manobrar, burlar as regras e presidir foi nefasto ao processo democrático, com implicações severas sobre os direitos humanos e, em especial, sobre a agenda feminista. Salvaram-se, por pouco, a Lei do Feminicídio e a Lei Complementar 150, do Trabalhado Doméstico (essa última com cortes graves).

A presidência de Cunha deu lastro para os conservadores e fundamentalistas fazerem palanque e amplificarem as vozes da reação na arena política, vociferando seus discursos homo-lesbo-transfóbicos, contra o que eles designaram como “ideologia de gênero”, pela criminalização do aborto, contra a diversidade das famílias e por mais recursos públicos para as igrejas e seus pastores.

Em 2015, tudo o que conseguimos instalar no Poder Público para afirmar os direitos sexuais e direitos reprodutivos, a liberdade sexual e a autonomia reprodutiva; para enfrentar a criminalização das mulheres e a luta pela legalização do aborto esteve em risco. A guerra antidireitos tomou conta da arena política nesses confrontos e em outros, também de alta relevância, como o sucedido em relação à redução da maioridade penal, a reforma política, o ajuste fiscal, a lei antiterrorismo, a questão das terras indígenas.

2015 foi também um ano de manifestações públicas dos movimentos feminista e de mulheres. Certamente, estivemos entre as mobilizações mais importantes que ganharam as ruas. A amplitude dessas movimentações se origina em processos contínuos e consistentes, como os que construíram a Marcha das Margaridas (70 mil mulheres), em agosto; seguida da Primavera Feminista, iniciada em outubro e bem viva até o presente momento, ocupando as ruas e praças de muitas cidades brasileiras e se expandindo vertiginosamente nas redes sociais com as hashtag #ContraoPL5069, #ForaCunha, #meuamigosecreto e #primeiroassedio. Por fim, veio a Marcha Nacional das Mulheres Negras - 50 mil pessoas - em novembro. Um fato histórico, que a mídia tentou invisibilizar, mas que a história vai ter de registrar. Todas vieram carregando as bandeiras dos Direitos Sexuais e Reprodutivos e fazendo ecoar nossas vozes contra os fundamentalismos religiosos, cada vez mais expressivos e poderosos no sistema político, em especial no Congresso Nacional.

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